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sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Dúvidas sobre um mistério milenar


“Stonehenge ergue-se tão sozinho na história como o está na grande planície! Escreveu o romancista norte-americano Henry James.
Muitas são ainda as dúvidas existentes sobre aquelas pedras colossais que desafiam os ventos e as chuvas há mais de quatro mil anos e que continuam a suscitar perguntas a historiadores e arqueólogos.
Erguido durante o Neolítico na planície de Salisbury, no Sul da Inglaterra, o círculo de Stonehenge, para além das perguntas de “quando” ou “como”, levanta questões ligadas ao “porquê”, já que a sua finalidade e uso continuam um mistério.
Stonehenge tinha sido construído de modo a que o eixo apontasse na direcção do Sol no horizonte, no solstício de Verão.
Como a posição do sol neste local varia anualmente, cálculos efectuados em medos do século XX, indicaram que a última vez que o astro estivera nesse preciso ponto teria sido em 1848 a. C., embora com uma margem de erro de 275 anos.
Ao monumento foram atribuídas várias utilizações desde sepultura a templo solar.
O primeiro anel de buracos no chão com 97,5 m de diâmetro e a disposição dos sucessivos anéis de colunas sugeriam, sem dúvida, um ritual.
Mais recentemente Darvill e Wainwright acreditam que Stonehenge era um centro de curas, para onde os doentes viajavam para serem curados pelos poderes do arenito cinzento, conhecido como «pedras azuis».
Os arqueólogos apontam para o facto de que «um grande número» de cadáveres encontrados em túmulos perto do local mostra sinais de doenças e ferimentos físicos sérios e uma análise dos dentes mostra que «cerca de metade» dos corpos era de pessoas que «não eram nativas da região de Stonehenge».
Curiosamente, o período estabelecido pelo método de radiocarbono bate com a data do enterro do chamado «Arqueiro de Amesbury», cujo túmulo foi descoberto a cerca de 4,8 km de Stonehenge.
Alguns arqueólogos acreditam que o arqueiro seja a chave para entender a razão pela qual Stonehenge foi construído. Os restos mortais foram datados entre 2500 a.C. e 2300 a.C.
Análises do cadáver do arqueiro e de artefactos encontrados no túmulo indicam que seria um homem rico e poderoso, com conhecimento do trabalho com metais, e que tinha viajado da região dos Alpes europeus para Salisbury por razões desconhecidas.
Análises também indicaram que sofria de um ferimento no joelho e de um problema dentário potencialmente fatal, o que fez com que Wainwright e Darvill acreditassem que o arqueiro tenha ido a Stonehenge em busca de uma cura.
Contudo não se podem descartar outras teorias sobre a construção do monumento.
Com lendas e superstições a viajar tão longe como as dúvidas, se calhar damos mais valor a Stonehenge pelo mistério que encerra

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

William Turner


Joseph Mallord William Turner (Londres 23 de Abril de 1775 -Chelsea,19 de Dezembro de 1851) foi Foi um pintor romântico. É considerado por alguns um dos percursores do Impressionismo, em função dos seus estudos sobre cor e luz.

Turner dedicou-se à pintura da paisagem com paixão. Foi considerado um dos pintores mais importantes do romantismo. Turner foi extremamente precoce, brilhante e bem sucedido. Iniciou-se na actividade artística aos 13 anos com desenhos e com 15 anos era já um pintor considerado. Era um homem solitário, sem amigos e quando pintava não permitia a presença de pessoas, mesmo que fossem outros artistas.

Uma de suas preocupações principais foi a aplicação da luz e a sua incidência sobre as cores da maneira mais natural possível. Para tal, dedicou-se intensamente ao estudo dos paisagistas holandeses do século XVIII, muito em voga naquela época na Europa. Os temas dos seus quadros eram geralmente paisagens, o mar era também, uma constante nos quadros do pintor inglês.
Com o tempo desenvolveu o seu próprio estilo. Produziu cerca de 20 000 obras. O modo como Turner trata a água, o céu e a atmosfera, afasta-se de todo o realismo natural e transforma-se no reflexo anímico da situação. As pinceladas soltas e difusas dão forma a um torvelinho de nuvens e ondas, a uma desesperança interior que se transmite à natureza, uma das características básicas do romantismo.
A viagem que realizou a Veneza em 1812 teve uma grande relevância na sua pintura, quando o pintor descobriu a importância da cor e conseguiu dar corpo à atmosfera de uma maneira que, anos depois, os impressionistas retomariam.
De 1830 a1840, Turner deixou de lado a forma e criou espaços voláteis de nuvens e cores, como em Chuva, Vapor e Velocidade (1844), por exemplo, que remete aos quadros abstractos de pleno século XX. Com toda a razão foi qualificado por muitos historiadores como o primeiro pintor de vanguarda.






sexta-feira, 5 de dezembro de 2008

O Culto da Deusa

Deusa-Mãe período Neolítico


O culto da deusa remonta, pelo menos, 35 000 a.C. sendo a mais antiga das religiões.
No período Paleolítico e Neolítico vindo do Oriente, encontramos figuras femininas esculpidas, feitas em osso, chifre, pedra ou argila, de ancas, seios e ventre muito desenvolvidos, verdadeiros hinos à fertilidade. Eram, possivelmente, alvo de homenagem – culto à Grande Deusa -Mãe, Deusa - Terra ou Deusa – Natureza.


Na Europa, ligados ao mesmo culto, aparecem os ídolos-placa: geralmente em forma de trapézio, vagamente com um sentido humano, têm gravadas na sua superfície triângulos, símbolo feminino. Estes objectos foram encontrados em túmulos, o que prova a relação entre a vida, a fecundidade, a morte e a ressurreição.

Em tempos bíblicos, o culto da deusa foi praticado por toda a Terra Santa, com a deusa Asherah sendo especialmente venerada e, nalgumas tradições, vista como a consorte de Yaheweh, ou o Próprio Deus. Asherah foi simbolizada em muitos locais pelas chamadas pedras de Asherah, pedras colocadas verticalmente que não só representavam a deusa mas que também parecem ter o simbolismo duplo do falo. Nessa época, foi empreendido um esforço combinado para suprimir o culto ou veneração da deusa, com o aparecimento de uma sociedade mais patriarcal; o deus, rei, sacerdote, e pai substituindo a deusa, rainha, sacerdotisa, e mãe.
Também no Islão parece que a supressão do feminino teve lugar, com alguns investigadores teorizando que as origens da suprema divindade islâmica, Allah, reside na deusa Al-lat a qual foi associada com a kaaba em Meca, um altar pré-muçulmano que foi usurpado para a fé islâmica pelo próprio Maomé.
No Egipto, Ísis foi vista como a derradeira personificação do feminino.
No Concílio de Éfeso em 342 d.C., uma reunião de bispos cristãos decidiu que a Virgem Maria deveria ser conhecida como Theotokos, ou “Mãe de Deus”, colocando-a assim no papel de deusa, embora fossem cuidadosos em não lhe conceder os habituais atributos de fertilidade associados com as figuras da deusa.
Os cultos da deusa viram uma espécie de renascimento no século XIX, com o ressurgimento da religião Wicca no norte da Europa. Também conhecida como “magia branca”, a religião Wicca mantém a deusa numa elevada estima, com uma crença subjacente num equilíbrio entre o deus e a deusa, uma espécie de dualidade.
Muitos movimentos feministas modernos também elevaram a deusa a alturas recentemente encontradas, e hoje em dia, o culto da deusa está de novo a gozar um renascimento.
Actualmente a veneração e a compreensão da energia e espiritualidade da deusa estão, de novo, em evidência.
Nos milénios de existência dos modernos seres humanos, a figura da deusa tem sido omnipresente.

terça-feira, 2 de dezembro de 2008

Uma pintora portuguesa - Paula Rego

Paula Figueiroa Rego é uma pintora portuguesa de projecção internacional.

Nasceu em Lisboa em 1935.
Estudou em Londres, na Slade School de 1952 a 1956. Desde os anos 60 que a sua obra é reconhecida em Portugal, vivendo em Londres desde 1976, após a morte do marido.
Em 1990 chegou a consagração, sendo o primeiro artista associado da National Gallery, em coincidência da adopção de uma nova linguagem figurativa, em que está presente um explícito sentido narrativo, empenhado no comentário crítico sobre a vida e o mundo.


segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

JAPAMALA

JAPAMALA (Japa=repetição, Mala=cordão ou colar)

É um objecto antigo de devoção espiritual, Existem de diversos tipos, tamanhos e materiais e podem ter uma quantidade diferente de contas, de acordo com a cultura ou religião.
No Hinduísmo ou Budismo usam-se com 108 contas, havendo sempre uma conta maior representando a divindade, ao redor do qual giram as 108 distintas manifestações, retornos ou encarnações.
PRÁTICA DEVOCIONAL
Fazer japamalas, ou japear, é uma atitude devocional importantíssima para todo o devoto que queira aproximar-se em atitude mística da Divindade, podendo-se consagrar a Japamala ao Bendito Vishnu, a Krishna, a Bendita Mãe Divina, ao Cristo, ou simplesmente a Deus, se assim preferir. Fazer Japamalas é adorar a divindade, é humilhar-se, é morrer em si mesmo, e com isso nascer para o espiritual.

O mais importante da oração é a mística, a devoção, pois esta sai do coração e não da mente, já que orações repetitivas apenas de forma mental não tem valor. Então a primeira coisa que se deve fazer é ter uma atitude mística, santa, devotada, em profunda gratidão e adoração. Se tem simpatia pelo oriente use mantrans indianos como o “Hare Krishna”, “Ôm Namah Shivaya”, ou ainda mantrans Tibetanos como “Ôm Tare Tutare Ture Sohá” ou ainda “Ôm Mani Péme Hung” ou escolha algum mantram devocional ou pequena oração de sua preferência. Caso tenha mais simpatia pelo cristianismo pode-se também, com a mesma eficácia, usar: “Cristo Bendito, Cristo Amado, Cristo Santíssimo, ajuda-me, cura-me, purifica-me”. Vishnu, Krishna, Cristo, Logos Solar, etc. são nomes da mesma divindade. Estas práticas devem ser feitas muitas vezes ao dia, se puder faça em voz alta, mas sempre buscando uma atitude mística e devocional

CONSAGRAÇÃO E PODERES
Japamala pode e deve ser consagrada como um objecto mágico, que pode chegar a possuir um imenso poder de cura, de protecção, de conjuração, para isso é importante seguir algumas recomendações:

1. Uma das primeiras coisas que se deve fazer é lavar tua Japamala com água e sal, para limpar as energias de todas as pessoas que tiveram contacto com ela, só deve ser tocado pelo próprio

2. Japamala deve-se colocar ao pescoço, as mulheres também usam no braço,e andar sempre com ela, tira-se apenas para dormir, ou para praticar, já que o mais importante é a prática

3. Deve-se perfuma-la com frequência, de preferência com perfume de sândalo,

4. A Japamala irá ganhando energias com sua própria devoção, portanto quanto mais amor, mística e devoção tiver, mais poder ela terá, chegando a converter-se numa arma mística, transformando-se num poderoso amuleto, ou talismã, que lhe dará, protecção.
Fonte: Mundo místico

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Ankh

Ankh é o antigo símbolo e hieróglifo que significa “vida” A forma do ankh assemelha-se a uma cruz com a haste superior vertical substituída por uma alça ovalada. A alça oval que compõe o ankh sugere um cordão entrelaçado com as duas pontas opostas que significam os princípios feminino e masculino fundamentais para a criação da vida.
Noutras interpretações, representa a união entre as divindades Osíris e Ísis, que proporcionava a cheia periódica do Nilo fundamental para a sobrevivência da civilização. Neste caso, o ciclo previsível e inalterável das águas era atribuído ao conceito de reencarnação, uma das principais características da crença egípcia.
A linha vertical que desce exactamente do centro do laço é o ponto de intersecção dos pólos, e representa o fruto da união entre os opostos. O ankh era usado pelos antigos egípcios como amuleto protector.
Assim, o ankh vermelha indicava a vida e a regeneração, uma azul a fertilidade, a ankh verde estava ligada à cura, a branca á pureza ritual e era assim utilizada em objectos de ankh rituais, e a preta ressurreição da morte.
Hoje em dia, a ankh é ainda utilizada pela Igreja Copta no Egipto, como símbolo da cruz, chamando-se cruz ansata.
No final doséculo XIX, o ankh foi agregado pelos movimentos ocultistas que se propagavam, além de alguns grupos esotéricos e as tribos hippies do final da década de 60. É utilizado por bruxos contemporâneos em rituais que envolvem saúde, fertilidade e divinação; ou como um amuleto protector de quem o carrega
O ankh também foi incluído na simbologia da Ordem Rosa – Cruz representando a união entre o reino do céu e a terra. Noutras situações, está associado aos vampiros em mais uma atribuição à longevidade e imortalidade.
O ankh popularizou-se no Brasil no início dos anos 70 quando Raul Seixas e Paulo Coelho (entre outros) criaram a Sociedade Alternativa . O selo dessa sociedade possuía um ankh adaptado com dois degraus na haste inferior, simbolizando os "Degraus da Iniciação", ou a chave que abre todas as portas. Numa outra interpretação, representa o laço da sandália do peregrino, ou seja, aquele que quer caminhar, aprender e evoluir.
O ankh não sofreu grandes variações no seu significado e emprego primitivo, embora tenha sido associado a várias culturas diferentes. Mesmo assim foi-lhe atribuído um carácter negativista por aqueles que desconhecem a sua origem e significados reais, associando este símbolo, erradamente, a grupos e seitas satânicas ou de magia negra.
Fonte: Wikipédia e Cadernos de História da Arte

quinta-feira, 27 de novembro de 2008

Uma pintora portuguesa - Vieira da Silva




Maria Helena Vieira da Silva (Lisboa 13 de Junho de 1908 - em Paris 6 de Março de 1992) foi uma pintora portuguesa, naturalizada francesa em 1956.
Filha do embaixador Marcos Vieira da Silva, Maria Helena demonstrou interesse pelas artes desde pequena.
Neta de José Joaquim da Silva Graça, fundador do Jornal O Século, morou na casa do avô em Lisboa.

Aos onze anos começou a estudar pintura e desenho na Academia de Belas Artes de Lisboa e, motivada pela escultura, estudou Anatomia na Faculdade de Medicina de Lisboa.
Em 1982 estabeleceu-se em Paris onde estudou pintura com Fernande Léger, e trabalhou com Duffrene e Waroquier.
Em Paris conheceu seu futuro marido, o, também pintor, húngaro Árpad Szenes, casando em 1930.
Devido ao facto de seu marido ser Judeu e de ela ter perdido a nacionalidade portuguesa, eram oficialmente apátridas. Então, o casal decidiu residir por um longo tempo no Brasil, durante a Segunda Guerra Mundial e no período pós-guerra. No Brasil, entraram em contacto com importantes artistas locais.
A partir de 1948 o estado Francês começa a adquirir as suas pinturas e em 1956 tanto ela como o marido obtêm nacionalidade francesa. Em 1960 o Governo Francês atribui-lhe uma primeira condecoração, em 1966 é a primeira mulher a receber o Grand Prix National des Arts e em 1979 torna-se cavaleira da legião de honra francesa.

Para honrar a memória do casal de pintores, foi fundada em Portugal a Fundação Arpad Szenes-Vieira da Silva, sediada em Lisboa







A rapariga do brinco de pérola



Johannes Vermeer mais conhecido por Vermeer de Delft, foi baptizado em 31 de Outubro de 1632, e faleceu a 16 de Janeiro de 1675.
É considerado de entre os pintores Holandeses o segundo depois de Rembrant.
Pintor de género, os seus quadros não têm história, paixão ou evento. Preocupava-se fundamentalmente em representar a luz suave, doce, quase palpável, vagando pelas diversas superfícies da imagem.

Depois de ter sido praticamente esquecido por quase cem anos, Vermeer foi redescoberto em 1866 quando o critico de arte Thore Bürger publicou um ensaio atribuindo-lhe 66 imagens (apenas 35 pinturas lhe são definitivamente atribuidas). Desde então a reputação de Vermeer tem aumentado, e ele é agora reconhecido como um dos maiores pintores da Idade de Ouro Holandesa.




terça-feira, 25 de novembro de 2008

Jackson Pollock


Nasceu nos Estados Unidos da América em a 21 de Janeiro de 1912 e faleceu em 1956, sem nunca ter saído dos EUA.
Polêmico, irrequieto, perturbador, diferente, viveu emoções que o levaram da depressão ao êxtase e terminaram por transformá-lo num alcoólico.


Jackson Pollock é uma referência no expressionismo abstracto. Implementou o automatismo pictórico, a action painting, usando o dripping como técnica de pintura. Esta técnica consistia em respingar a tinta sobre as suas imensas telas; os pingos escorriam formando traços harmoniosos que pareciam entrelaçar-se na superfície da tela. Pintava com a tela colocada no chão, para se sentir dentro do quadro. Para além de não usar cavalete também não usava pincéis.

A tensão ético-religiosa por ele vivida impele - o aos pintores da Revolução Mexicana. A sua esfera da arte é o inconsciente: e os seus signos são um prolongamento do seu interior.
Pollock é um marco na pintura pós-guerra não só americana, mas de todo o mundo. Continua a ser, um dos pintores americanos mais influentes dos tempos actuais.

Op Art

A Op Art (abreviatura de Optical Art) desenvolveu-se, principalmente através do trabalho de Victor Vasarely (1908) e Bridget Riley (1931). Convocando a participação involuntária do espectador, estas obras priveligiam os valores visuais sobre os expressivos, produzindo uma série de efeitos e ilusões ópticas, de modo a gerar sensações de movimento e a provocar a sua instabilidade perceptiva.


Victor Vasarely




Victor Vasarely



Victor Vasarely





Victor Vasarely


Bridget Riley

Bridget Riley




Bridget Riley












sexta-feira, 21 de novembro de 2008

Homenagem a Magritte



Magritte nasceu em Lessines, Bélgica, no dia 21 de Novembro de 1898. Pintor de imagens insólitas, às quais deu tratamento rigorosamente figurativo, sempre à procura do contraste entre o tratamento realista dos objectos e a atmosfera irreal dos conjuntos.
As suas obras são metáforas que se apresentam como representações realistas, através da justaposição de objectos comuns, e símbolos recorrentes na sua obra, tais como o torso feminino, o chapéu côco, o castelo, a rocha e a janela, entre outros mais, porém de um modo impossível de ser encontrado na vida real.







quinta-feira, 20 de novembro de 2008

O BEIJO

Francesco Hayez



Gustav Klimt



Auguste Rodin



René Magritte




Constantin Brancusi


Roy Lichtenstein




Picasso

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Revolução Impressionista

Pissaro 1830-1903


Auguste Renoir 1841-1919



Berthe Morisot - 1841-1895


Mary Cassat 1845 - 1926

Edgar Degas 1834 - 1917


Edgar Degas 1834- 1917



Alfred Sisley 1839-1899

Características

O impressionismo procurou a captação do instante luminoso, fugaz e fugidio, em constante mutação. Monet pintou a mesma paisagem a diferentes horas do dia e nas diferentes estações do ano.

Apelidados de impressionistas pelo crítico Leroy, aquando da exposição no atelier do fotógrafo Nadar, perante a obra de Claude Monet “Impressão do sol nascente”


"Impressão do sol nascente " Claude Monet 1840-1926


Os contributos para a nova representação foram:

- As descobertas científicas no campo da óptica;
- A descoberta da fotografia, que produziu na pintura novos enquadramento e novas perspectivas, como o ponto de vista aéreo;
- A invenção das tintas de tubo, produzidas industrialmente, que lhes permitia pintar no exterior;
- A descoberta das estampas japonesas, pelo seu linearismo e forma planificada, sem claro-escuro.


Tecnica

- Pintavam ao ar livre, perante o motivo, justapondo as cores na tela através de uma pincelada curta em forma de vírgula, executadas com grande rapidez;
- Usavam cores puras, fortes e vibrantes retiradas directamente do tubo;
- As cores eram aplicadas segundo a lei da complementariedade, de modo a obter a fusão dos tons nos olhos do observador;
- Não misturavam as cores na paleta, nem usavam o preto



Nenúfares Claude Monet














segunda-feira, 10 de novembro de 2008

Cirque du Soleil


O Cirque du Soleil começou quando um grupo de artistas de rua no Quebec (Canadá) decidiu criar uma nova maneira de exprimir uma paixão do grupo pelas artes circenses. Sob a direção de Guy Laliberté, o Cirque du Soleil usou a sua paixão pela criatividade e pela inovação para redefinir a paisagem do entretenimento e maravilhar espectadores do mundo inteiro. Sob a direcção de Guy Laliberté, o Cirque du Soleil usou a sua paixão pela criatividade e pela inovação para redefinir uma paisagem do entretenimento e maravilhar espectadores do mundo inteiro.

Cirque du Soleil fornece entretenimento artístico de alta qualidade, com sede em Montreal, Quebec (Canadá). A empresa conta com quase 4000 funcionários, de 40 países diferentes, incluindo 1000 artistas.
Desde que foi criado, em 1984, o Cirque du Soleil já encantou mais de 80 milhões de espectadores em mais de duzentas cidades diferentes dos cinco continentes. A empresa actualmente apresenta 8 shows em tour e 7 shows residentes, por todo o mundo, e em breve estará adicionando novos shows em Los Angeles , Japão , Macau e Dubai . Em 2009, o Cirque irá apresentar 20 shows simultaneamente, pelo mundo todo.



Áreas de actividade

Há mais de 20 anos, o Cirque du Soleil tem utilizado a sua energia criativa e abordagem única para criar uma nova forma de expressão artística e mostrá-la ao mundo inteiro. Embora o foco principal das actividades do Cirque du Soleil continue a ser criação de espectáculos originais, a empresa também leva o seu espírito inovador a áreas como a música , TV, DVD e filmes, comercialização e licenciamento de produtos e muitos outros projectos extraordinários.

Cirque du Soleil Images
Fundada em 1999, a Cirque du Soleil Images tem por missão criar produções originais para televisão, DVD e cinema. O objectivo das suas produções é captar o espírito dos espectáculos e eventos do Cirque du Soleil e oferecer aos espectadores uma experiência inteiramente nova. As criações da Cirque du Soleil Images têm sido reconhecidas com numerosos prémios e distinções, entre os quais:• Um prémio DVD Excellence em 2006 e um prémio Gemini em 2005 para Midnight Sun• Um prémio DVD Excellence em 2005, um prémio Primetime Emmy e dois prémios Gemini em 2003 para Cirque du Soleil Fire Within• Três prémios Primetime Emmy em 2000 para Cirque du Soleil Presents Dralion

Cirque du Soleil Musique
A missão da Cirque du Soleil Musique é criar, produzir e vender a música associada com os espectáculos actuais e futuros do Cirque du Soleil e ajudar a desenvolver as carreiras de artistas principiantes do mundo inteiro.
Outras Actividades
O Cirque du Soleil quer desenvolver projectos inovadores extraordinários (particularmente no sector da hotelaria), em colaboração com alguns parceiros.
Fonte: Site oficial do Cirque du Soleil