Mandou-me uma amiga esta mensagem que eu acho divina. Se isto acontece com os animais por que não connosco?
domingo, 28 de dezembro de 2008
sábado, 27 de dezembro de 2008
Lucien Freud

Lucian Michael Freud nasceu em Berlim em 8 de Dezembro de 1922 pintor alemão, filho de pais judeus, Ernst Ludwig Freud, arquiteto, e de Lucie Brasch. Neto de Sigmund Freud e irmão do escritor e político Clement Raphael Freud e de Stephan Gabriel Freud.
Freud e a família mudaram-se para o Reino Unido no ano de 1933 para escapar do regime nazi, e em 1939 obteve a cidadania britânica.
Estudou na Central School of Art em Londres, depois, com grande sucesso, na Cedric Morri's East Anglian School of Painting and Drawing em Dedham, e também na Universidade londrina - Goldsmiths College.
As primeiras pinturas de Freud são frequentemente associadas com o surrealismo. Os temas são geralmente de pessoas no seu quotidiano; amigos, família, amores, crianças. Nas palavras do artista "o tema é autobiográfico, tudo tem a ver com esperança, memória, sensualidade e envolvimento."

Freud é um dos mais conhecidos artistas britânicos que trabalha com um estilo representativo. Recebeu o Prémio Turner no ano de 1989.
Uma das suas pinturas, After Cezanne, que é notável pelas suas formas incomuns, foi comprada pela Galeria Nacional da Austrália por 7.4 milhões de dólares.
Lucian Freud foi professor visitante na Slade School of Fine Art de 1949 a1954, na Universidade de Londres.
Apesar de internacionalmente conhecido como um dos mais importantes artistas da actualidade, há poucas oportunidades de ver as pinturas e gravuras de Lucian Freud .
Apesar de internacionalmente conhecido como um dos mais importantes artistas da actualidade, há poucas oportunidades de ver as pinturas e gravuras de Lucian Freud .
Fonte:Wikipédia
sexta-feira, 26 de dezembro de 2008
Champagne

O champanhe (em francês champagne) é um vinho branco espumante, mundialmente conhecido e produzido na região histórica de Champagne nordeste da França, através da fermentação da uva(uma espécie ou várias).
É produzido na região administrativa de Champagne-Ardenne, cuja capital é Epernay.
Foi próximo a Epernay, que os monges Dom Périgon e Dom Ruinart se esforçaram muito para domar os vinhos que fermentavam novamente nas garrafas, fazendo-as explodir.
A região de Champagne produz também, vinhos tranquilos (não efervescentes) no entanto a grande produção é de vinhos brancos efervescentes chamados simplesmente de champanhe, sem mais especificações. Eles são produzidos essencialmente à base de uvas chardonay, pinot noir e de pinot meunier, mas quatro outras cepas podem ser usadas na elaboração do champanhe: a arbane, petit meslier, pinot blanc e pinot gris
Surgimento
Aos Romanos deve-se o inicio da produção do champagne em França, embora, segundo Plinio ,as vinhas já existissem nesta região quando os Romanos lá chegaram.
Um dos acontecimentos que lhe deu fama, foi o facto de na coroação dos reis franceses que ocorria na Catedral de Notre - Dame de Reims , cidade mais importante da região de champagne, se brindar com este delicioso néctar.
O Campagne de hoje
Aos Romanos deve-se o inicio da produção do champagne em França, embora, segundo Plinio ,as vinhas já existissem nesta região quando os Romanos lá chegaram.
Um dos acontecimentos que lhe deu fama, foi o facto de na coroação dos reis franceses que ocorria na Catedral de Notre - Dame de Reims , cidade mais importante da região de champagne, se brindar com este delicioso néctar.
O Campagne de hoje
Com o aparecimento de Dom Perigord, que era um monge beneditino da Abadia de Hautvillers, em1670, houve uma "revolução" na produção do champanhe. A Dom Pérignon, um génio e sempre insatisfeito estudioso da matéria, deve-se a descoberta dos cinco principais elementos que em muito contribuíram para o champanhe tal como ele é hoje:
A mistura de diferentes vinhos da região, conseguindo assim um produto mais harmonioso.
Separação e prensagem em separado das uvas pretas que predominam em Champagne, obtendo assim um cristalino sumo de uva.
O uso de garrafas de vidro mais espesso para melhor permitirem a pressão da segunda fermentação em garrafa.
O uso da rolha de cortiça, vinda de Portugal, que permitiu substituir o anterior sistema, pauzinhos de cânhamo embebidos em azeite.
A escavação de profundas adegas, hoje galerias com vários quilómetros de extensão e usadas por todos os produtores, para permitir o repouso e envelhecimento do champanhe a uma temperatura constante.
Denominação de origem controlada
A região do champanhe foi delimitada em 1927 e ocupa uma área de 32 mil hectares (a região demarcada do Douro é mais antiga e maior foi criada em 1756 e ocupa 250 mil hectares).
O nome champagne é uma DOC (em francês AOC), mas a indicação "denominação de origem controlada" aparece raramente nas etiquetas das garrafas de champanhe. É a única apelação, junto com a de Cognac, que está dispensada desta menção, pois é o único vinhedo cujos vinhos são todos classificados (todos os outros vinhedos vendem vinhos DOC e vinhos desclassificados).
A palavra "champagne" também é protegida com grande vigilância.
Não há celebração em que não esteja presente o champagne, tendo-se transformado num sinónimo de festa ou celebração por todo o mundo
quinta-feira, 25 de dezembro de 2008
Balada da neve

Hoje dia de Natal, veio-me à memória a “Balada da Neve”, o primeiro poema que aprendi na escola primária, um poema triste que sempre me enterneceu. Não me saiu da cabeça o dia todo, recitei-o baixinho vezes sem conta e, logo que pude, vim publicá-lo no meu blog
Batem leve, levemente,
como quem chama por mim...
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim...
É talvez a ventania;
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho...
Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento, com certeza.
Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria...
Há quanto tempo a não via!
E que saudade, Deus meu!
Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho...
Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
de uns pezitos de criança...
E descalcinhos, doridos...
a neve deixa inda vê-los,
primeiro, bem definidos,
- depois em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!...
Que quem já é pecador
sofra tormentos... enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!...
Porque padecem assim?!
E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na natureza...
– e cai no meu coração.
Augusto Gil
como quem chama por mim...
Será chuva? Será gente?
Gente não é, certamente
e a chuva não bate assim...
É talvez a ventania;
mas há pouco, há poucochinho,
nem uma agulha bulia
na quieta melancolia
dos pinheiros do caminho...
Quem bate, assim, levemente,
com tão estranha leveza,
que mal se ouve, mal se sente?
Não é chuva, nem é gente,
nem é vento, com certeza.
Fui ver. A neve caía
do azul cinzento do céu,
branca e leve, branca e fria...
Há quanto tempo a não via!
E que saudade, Deus meu!
Olho-a através da vidraça.
Pôs tudo da cor do linho.
Passa gente e, quando passa,
os passos imprime e traça
na brancura do caminho...
Fico olhando esses sinais
da pobre gente que avança,
e noto, por entre os mais,
os traços miniaturais
de uns pezitos de criança...
E descalcinhos, doridos...
a neve deixa inda vê-los,
primeiro, bem definidos,
- depois em sulcos compridos,
porque não podia erguê-los!...
Que quem já é pecador
sofra tormentos... enfim!
Mas as crianças, Senhor,
porque lhes dais tanta dor?!...
Porque padecem assim?!
E uma infinita tristeza,
uma funda turbação
entra em mim, fica em mim presa.
Cai neve na natureza...
– e cai no meu coração.
Augusto Gil
Augusto César Ferreira Gil no Porto, 31 de Julho de advogado e poeta português viveu praticamente toda a sua vida na Cidade da Guarda onde colaborou e dirigiu alguns jornais republicanos.
Estudou inicialmente na Guarda, a "sagrada Beira", de cuja paisagem encontramos reflexos em muitos dos seus poemas e de onde os pais eram oriundos, e formou-se em Direito na Universidade de Coimbra.Começou a exercer advocacia em Lisboa, tornando-se mais tarde director-geral das Belas-Artes.
Na sua poesia notam-se influências do Parnasianismo e do Simbolismo. Influenciado por Guerra Junqueiro, João de Deus e pelo lirismo de António Nobre, a sua poesia insere-se numa perspectiva neo-romântica nacionalista.
Fonte: Wikipédia
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Festas Felizes

Natal
É para ser todos os dias…
Nos nossos corações…nas nossas mentes…
O Natal não está nos presentes…
Está na ajuda ao próximo, na compreensão…
É dar-mos as mãos e sentirmo-nos irmãos…
Quando isto acontece…É NATAL!!!
Um grande abraço para todos os meus amigos e desejos de um Natal feliz e um 2009 repleto de concretizações, harmonia, paz, saúde e muito amor.
sábado, 20 de dezembro de 2008
Ana Salazar
Ana Salazar é uma estilista portuguesa. Nasceu em 1941 em Lisboa, onde ainda vive. Durante a década de 70, inicia-se na área da moda, desenvolvendo uma nova filosofia no conceito de vestir em Portugal.Inicia a criação de colecções sob o seu nome, as quais são comercializadas em lojas próprias e pontos de venda em Portugal e no Estrangeiro.
Abre uma loja e showroom em Paris, loja essa considerada pela Marie Claire Francesa como um dos "Novos Templos da Moda".
Participa no "Festival Intemacionale de Ia Mode" em Paris - Ana Salazar representa Portugal. Citada no livro " La Mode aux xxéme Siécle" de Florence Muller e Yvonne Deslandres. É convidada a participar na respectiva exposição no Museu do Louvre em Paris e no Museu do Traje em Lisboa.
Participa na exposição "Histoires de Mode D'Hier et D'Aujourd' hui" no Musée des Arts et de Ia Mode em Paris.
Apresenta as suas colecções sazonalmente em Lisboa, Paris, Milão e Nova York.
Os seus desfiles são agendados no calendário internacional da Chambre Syndicale des Créateurs et Couturiers.
Os seus desfiles são agendados no calendário internacional da Chambre Syndicale des Créateurs et Couturiers.
Lança o perfume Ana Salazar para homem e senhora.
Lança da Linha "Maison" Ana Salazar.
Participa na Exposição Internacional em Bruxelas, "Europália", participando no núcleo de Moda e de Design de objectos.
É responsável pela criação dos figurinos para o bailado "Sereias e Lolobrigidas" com coreografia de Margarida Bettencourt.
Participa com uma escultura de sua criação na exposição internacional "Variations Gitanes" no Museu do Louvre em Paris.
É convidada pela Fundação Calouste Gulbenkian em Paris para participar como oradora na conferência intitulada "A Moda em Portugal"..
Convidada a representar Portugal na inauguração da Exposição Balenciaga, no Congresso Europeu do Textil e participação na Conferência dos Designers de Moda, em Espanha.
Prémios
Prémios
Prémios
É agraciada pelo Presidente da República com a Condecoração de Grande Oficial da Ordem do Infante D. Henrique.
Prémio Carreira - Elite Internacional
Prémio “Melhor Criador"
Prémio Carreira - Associação Moda Lisboa
Prémio Carreira - revista "Máxima"
Prémio Nacional de Design “Troféu Sena da Silva” – Centro Português de Design
Prémio Carreira - Elite Internacional
Prémio “Melhor Criador"
Prémio Carreira - Associação Moda Lisboa
Prémio Carreira - revista "Máxima"
Prémio Nacional de Design “Troféu Sena da Silva” – Centro Português de Design

sexta-feira, 19 de dezembro de 2008
Em busca do amor
O meu destino
Disse-me a chorar:
«Pela estrada da Vida vai andando,
E, aos que vires passar, interrogando
Acerca do amor,
que hás-de encontrar»
Fui pela estrada a rir e a cantar,
As contas do meu sonho desfiando…
E noite e dia, à chuva e ao luar,
Fui sempre caminhando
E perguntando…
Mesmo a um velho eu perguntei
«Velhinho,
Viste o Amor acaso
Em teu caminho?»
E o velho estremeceu…olhou…
E riu…
Agora pela estrada, já cansados,
Voltando todos pra trás desanimados…
E eu paro a murmurar
«Ninguém o viu»
Florbela Espanca in «Em Busca do Amor»
Disse-me a chorar:
«Pela estrada da Vida vai andando,
E, aos que vires passar, interrogando
Acerca do amor,
que hás-de encontrar»
Fui pela estrada a rir e a cantar,
As contas do meu sonho desfiando…
E noite e dia, à chuva e ao luar,
Fui sempre caminhando
E perguntando…
Mesmo a um velho eu perguntei
«Velhinho,
Viste o Amor acaso
Em teu caminho?»
E o velho estremeceu…olhou…
E riu…
Agora pela estrada, já cansados,
Voltando todos pra trás desanimados…
E eu paro a murmurar
«Ninguém o viu»
Florbela Espanca in «Em Busca do Amor»
quinta-feira, 18 de dezembro de 2008
Por que falam as mulheres mais do que os homens
Desde meninas, não só começam a falar mais cedo do que os rapazes, como mais facilmente começam a desenvolver o culto da palavra, a argumentar e a gostar de expor os seus pontos de vista.
As mulheres consolam-se a falar e gostam de, sistematicamente dar conselhos.
Elas também têm uma grande propensão para a crítica, emendar, corrigir, ensinar e ralhar. Gostam e fazem-no com frequência. Descarregam o seu stress, falando. Mesmo não tendo nada para dizer falam continuamente.
As mulheres consolam-se a falar e gostam de, sistematicamente dar conselhos.
Elas também têm uma grande propensão para a crítica, emendar, corrigir, ensinar e ralhar. Gostam e fazem-no com frequência. Descarregam o seu stress, falando. Mesmo não tendo nada para dizer falam continuamente.
Ao contrário os homens isolam-se muitas vezes, ou procuram refúgios, porque muito simplesmente se sentem bem sem falar.
É frequente a mulher insurgir-se contra o silêncio do marido, atribuindo a tal atitude, mau humor ou desinteresse por ela ou pelo que ela diz.
O homem quanto mais pressionado para falar, mais se isolará. Inconscientemente gosta de, de vez em quando, se afastar de tudo e de todos, pensar sozinho, em estar apenas sem falar. Ou então de se encontrar com os amigos para partilhar com eles o que o preocupa.
Ao contrário da mulher que sente alívio nos seus problemas falando deles, o homem recusa-se a falar do que o perturba.
Ele necessita de isolamento, de se sentir livre para pensar e resolver deste modo os seus problemas.
A mulher gosta de falar com os outros o homem gosta de falar consigo.
Eles queixam-se de que elas estão sempre a emendar o que eles fazem e a tentar muda-los. E por mais que vejam que nada conseguem, nunca desistem.
A ida de um homem ao psicólogo, além de ser pouco frequente, é para ele um martírio. É que ele considera ser um sinal de fraqueza solicitar aconselhamento.
O homem faz sempre um grande esforço para dissimular, as suas emoções.
Uma das razões da violência doméstica, para além de outras, é a incapacidade ou a grande dificuldade do homem em ripostar aos argumentos verbais da mulher.
Fonte: Artur Franco Henriques in : A mulher dominou o mundo e... Voltará a fazê-lo
Pyrheliophero - o primeiro dispositivo a captar energia solar, inventado por um português, em 1904

No verão de 1904 o padre português Manuel António Gomes apresenta na Feira Mundial de Saint Louis, Missouri, EUA um dispositivo por si inventado a que deu o nome de Pyrheliophero.
Reconhecendo o carácter inovador da invenção o júri atribui-lhe um “Grand Prix”
Reconhecendo o carácter inovador da invenção o júri atribui-lhe um “Grand Prix”
O Pyrheliophero era constituído por um grande reflector parabolóide instalado numa montanha equatorial, ou seja rodava sobre um eixo paralelo ao eixo da rotação da Terra.
Esta montagem permita seguir o lento movimento aparente do Sol, de este para oeste, através de um mecanismo de relojoaria, e manter-se sempre apontado para o Sol com grande precisão.
Esta montagem permita seguir o lento movimento aparente do Sol, de este para oeste, através de um mecanismo de relojoaria, e manter-se sempre apontado para o Sol com grande precisão.
A superfície reflectora, com uma área de 80m2, estava revestida de 6117 pequenos espelhos, e concentrava a radiação solar num círculo com 15cm de diâmetro. A altura da estrutura era de 13m. O forno encontrava-se, como era habitual, no foco do parabolóide, ou seja, no ponto onde se concentram raios luminosos que chegavam paralelamente ao seu eixo, como acontecia com os raios solares.
Com o Pyrheliophero o Padre Manuel Gomes, alegou ter atingido a temperatura recorde de 3.800 graus centígrados
Com o Pyrheliophero o Padre Manuel Gomes, alegou ter atingido a temperatura recorde de 3.800 graus centígrados
No dia da demonstração as pessoas faziam fila para observar a reverberação solar que encadeava os olhares dos visitantes do gigantesco aparelho.
Então o Padre Manuel Gomes aproximando-se do forno refractário fazia passar repentinamente diante do ponto fulcral um grosso tronco de madeira e num ápice incendiava o lenho.
Então o Padre Manuel Gomes aproximando-se do forno refractário fazia passar repentinamente diante do ponto fulcral um grosso tronco de madeira e num ápice incendiava o lenho.
O Padre Manuel António Gomes nasceu a 9 de Dezembro de 1868 em Santiago de Cendufe, conselho de Arcos de Valdevez, no seio de uma família de agricultores pobres, tendo feito os seus estudos no seminário de Braga. Os seus estudos no domínio da energia solar, granjearam-lhe grande prestígio. O expoente máximo foi o prémio que recebeu em St Louis(EUA) em 1904
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