É um símbolo muito antigo, encontrado nos vedas e também na civilização celta. A simbologia da flor da vida ultrapassa 6 mil anos.
O círculo simboliza o universo imanente, símbolos como o que se encontra no centro são chamados de triquetras, que em latim quer dizer três "esquinas".
A triquetra para alguns simboliza a vida, a morte e o renascimento. Para os celtas reflecte a filosofia de que o conjunto tem três níveis: Físico, mental e espiritual. Para a igreja católica simboliza a Santíssima Trindade, Pai, Filho e Espírito Santo
Não há nenhum conhecimento, no Universo que não esteja contido neste padrão da Flor da Vida. Todos os harmônicos da luz (sete cores do espectro solar), do som e da música (sete notas musicais) encontram – se nessa estrutura geométrica, que existe como um padrão holográfico, definindo a forma tanto dos átomos como das galáxias.
O código da Flor da Vida contém toda a sabedoria similar ao código genético contido no nosso DNA. Esse código genético vai além das formas comuns de ensinamento e encontra-se por trás de toda a estrutura da própria realidade
A Biblioteca de Alexandria, uma das maravilhas da Antiguidade, pensa-se ter sido construída no início do século III a. Cristo durante o reinado de Ptolomeu II do Egipto,
Estima-se que a biblioteca tenha armazenado mais de 400.000 rolos de papiro podendo ter chegado a 1.000.000. e foi destruída pelo fogo em três ocasiões nos séculos III, IV e VII
Conta-se que um dos incêndios da lendária biblioteca foi provocado por Júlio César. Quando perseguia o seu inimigo do Triunvirato (formado por César, Pompeu e Crasso), Pompeu. Na altura Alexandria era governada por Ptolomeu XII, irmão de Cleópatra. Pompeu foi decapitado por um dos tutores do jovem Ptolomeu, e a sua cabeça entregue a César juntamente com o seu anel. Diz-se que ao ver a cabeça do inimigo César pôs-se a chorar. Apaixonando-se perdidamente por Cleópatra, César conseguiu colocá-la no poder através da força. Os tutores do jovem faraó foram mortos, mas um conseguiu escapar. Temendo que o homem pudesse escapar de navio mandou incendiar todos, inclusive os seus. O incêndio alastrou-se e atingiu uma parte da famosa biblioteca.
A biblioteca era o repositório das melhores cópias do mundo. O Antigo Testamento chegou-nos directamente das traduções gregas feitas na Biblioteca de Alexandria. Os Ptolomeus usaram muita da sua enorme riqueza na aquisição de todos os livros gregos, assim como de trabalhos originários de África, da Pérsia, da Índia, de Israel e de outras regiões do mundo. Ali encontravam-se estudos sobre matemática, geometria, astrologia, astronomia, trignometria, medicina e literatura de famosos autores como Euclides, Arquimedes, Ptolomeu, Galeno etc.
A actual biblioteca inaugurada em 2003, por Hosni Mubarak, custou aproximadamente US$ 200 milhões, e contou com apoio do sector cultural das Nações Unidas (Unesco) e de vários países. A estrutura, que tem o nome oficial de Bibliotheca Alexandrina, integra, para além da principal, quatro bibliotecas especializadas, laboratórios, um planetário, um museu de ciências e um de caligrafia e uma sala de congresso e de exposições. A nova biblioteca pretende recuperar a sua grandiosidade do passado, o que inclui ser também uma gigantesca biblioteca virtual.
O projecto da biblioteca que é da autoria de uma firma de arquitectos noruegueses, resultou numa estrutura de forma incomum. A construção principal da Biblioteca Alexandrina, como agora é oficialmente chamada, parece um gigantesco cilindro inclinado. O telhado de vidro e alumínio tem quase o tamanho de dois campos de futebol , este teto da biblioteca é um disco com 160 metros de diâmetro reclinado, que parece em parte enterrado no solo. A superfície inclinada e brilhante do telhado começa no subsolo e chega a 30 metros de altura.
As paredes sem janelas revestidas a granito que sustentam a parte do círculo que fica à superfície têm incrustados os símbolos utilizados pela Humanidade para comunicar, como os caracteres dos alfabetos, notas musicais, números e símbolos algébricos, códigos das linguagens informáticas, etc.
Novembro de 2002 – integrada num grupo de professores de ensino artístico, fui para Maputo criar um curso e fazer formação de formadores. Na ENAV (Escola Nacional de Artes Visuais) onde estive a trabalhar, aprendi mais do que ensinei. De Moçambique, trouxe o verdadeiro conhecimento e sentido das palavras solidariedade, partilha, humanidade, confraternização.
Alunos da ENAV
Pinturas dos alunos para esconder o mau estado das paredes
Professores em formação
Meninos de um centro comunitário onde o grupo trabalhou
largo do centro comunitário
Ceramistas que tive o prazer de conhecer
Peça de cerâmica exposta no Museu de Maputo
Peças de atelier de cerâmica
Momentos de confraternização após um dia de trabalho
História Tem origem num povoado pré-romano. Na época romana designava-se Cale ou Portus Cale, sendo a origem do nome de Portugal. No ano de 868, Vímara Peres, fundador da terra portugalense, teve uma importante contribuição na conquista do território aos Mouros, restaurando assim a cidade de Portucale.
A cidade do Porto é conhecida como a Capital do Norte ou a Cidade Invicta. É a cidade que deu o nome a Portugal – desde muito cedo (c. 200 a.C.) que se designava de Portus, vindo mais tarde a tornar-se a capital do Condado Portucalense, ou Portucale (Reino que deu o nome a Portugal). É ainda uma cidade conhecida mundialmente pelo seu vinho, o seu centro histórico, catalogado como Património Mundial pela UNESCO
Devido aos sacrifícios que fizeram para apoiar a preparação da armada que partiu, em 1415 para a conquista de Ceuta, tendo a população do Porto oferecido aos expedicionários toda a carne disponível, ficando apenas com as tripas para a alimentação, tendo com elas confeccionado um prato saboroso que hoje é menu obrigatório em qualquer restaurante. Os naturais do Porto ganharam a alcunha de "tripeiros", uma expressão mais carinhosa que pejorativa. É também esta a razão pela qual o prato tradicional da cidade ainda é, hoje em dia, as "Tripas à moda do Porto". Existe uma confraria especialmente dedicada a este prato típico . Economia O Porto sempre rivalizou com Lisboa ao nível económico A abastada classe de industriais da região criou, logo em meados do século XIX, a poderosa Associação Industrial Portuense, hoje Associação Empresarial de Portugal. A antiga Bolsa do Porto foi transformada na maior Bolsa de Derivados de Portugal, tendo-se fundido com a Bolsa de Lisboa criando a Bolsa de Valores de Lisboa e Porto. Em 2002, a BVLP acabou por se integrar na Euronext, em conjunto com bolsas da Bélgica, França, Países Baixoa e Reino Unido. O edifício que albergou durante muito tempo a bolsa, o Palácio da Bolsa, sede da Associação Comercial do Porto, é hoje uma das principais atracções turísticas da cidades.
Cultura A cidade do Porto possui diversos espaços culturais de referência na região e a nível nacional. Entre os diversos museus da cidade, destaca-se o Museu de Arte Contemporânea, um dos museus mais visitados do país, onde obras de arte de vários artistas contemporâneos são, também, expostas, ao lado da flora típica da região norte de Portugal no envolvente Parque de Serralves.
A Casa do Infante, datada do século XIII e onde terá nascido o Infante D. Henrique, é actualmente museu medieval da cidade e arquivo distrital. Inserido no edifício da Alfândega Nova, o Museu de Transportes e Comunicações tem como objectivo mostrar a história dos transportes e meios de comunicação. O Museu do Carro Eléctrico, instalado na antiga central termo eléctrica de Massarelos, dispõe de uma colecção carros eléctricos e atrelados que circulavam pela cidade.
Entretenimento A cidade conta com mais de 10 mil eventos anuais, desde concertos, passando por teatros, exposições ou mesmo festas com disc-jockeys famosos numa das várias dis cotecas e bares da cidade. Contudo, o maior evento de diversão continua a ser o São João do Porto, onde milhares de pessoas invadem as ruas da cidade de 23 para 24 de Junho. Neste evento são de destacar as sardinhadas, os manjericos com as respectivas quadras sanjoaninas, o alho porro, as marteladas e os bailaricos de freguesia
Pontes A necessidade de haver uma travessia permanente entre as duas margens do Douro para circulação de pessoas e mercadorias, levou à construção da Ponte das Barcas em 1806, anteriormente a travessia do rio fazia-se com recursos a barcos, jangadas, barcaças ou batelões. A ponte era constituída por 20 barcas ligadas por cabos de aço e que podia abrir em duas partes para dar passagem ao tráfego fluvial. O aumento do tráfego exigiu a construção de uma ponte permanente o que levou à construção da Ponte pênsil em 1843, desmantelada anos mais tarde após a abertura da Ponte Luís I em 1886, a ponta mais antiga da cidade que permanece em actividade...
A Ponte Maria Pia, construída entre Janeiro de 1876 e 4 de Novembro de 1877 pela empresa de Gustave Eiffel, foi a primeira ponte ferroviária a unir as duas margens do Douro. Dotada de uma só linha, o que obrigava à passagem de uma composição de cada vez, a uma velocidade que não podia ultrapassar os 20 km/h e com cargas limitadas, no último quartel do século XX tornou-se evidente que a ponte já não respondia de forma satisfatória às necessidades. O que levou a que fosse desactivada e substituída pela Ponte de São João em 1991.
A Ponte da Arrábida tinha à data da construção o maior arco do mundo em betão armado, e constitui o tramo final da auto-estrada A1 que liga Lisboa ao Porto. Apesar da construção da Ponte do Freixo, mais a montante, a Ponte de Arrábida continua a ser a principal ligação entre a cidade do Porto e a margem sul do Douro.
Das pontes que ligam o Porto a Vila Nova de Gaia, a Ponte do Freixo é a que está mais a montante do rio. Foi construída na tentativa de minimizar os congestionamentos ao trânsito automóvel vividos nas Pontes da Arrábida e de Dom Luís, particularmente notórios desde finais da década de 1980. Trata-se, na verdade, de duas pontes construídas lado a lado e afastadas 10 cm uma da outra. É uma ponte rodoviária com oito vias de trânsito (quatro em cada sentido).
A Ponte do Infante, baptizada em honra do portuense Infante D. Henrique, é a mais recente que liga Porto e Gaia. Foi construída para substituir o tabuleiro superior da Ponte Dom Luís, entretanto convertida para uso da "Linha Amarela" (Hospital de São João/D. João II) do Metro do Porto. Foi construída pouco a montante da Ponte de Dom Luís, em plena zona histórica, ligando o bairro das Fontainhas (Porto) à Serra do Pilar.
Ribeira do Porto Situada bem no centro histórico do Porto, a Praça da Ribeira, junto ao Cais com o mesmo nome, é das praças mais antigas da cidade, já mencionada em cartas régias em 1389, embora com uma traça diferente da de hoje em dia. Foi nesta zona da Ribeira e na sua ligação comercial com o Rio Douro que a cidade começou o seu franco desenvolvimento e se voltou para o rio. Daqui se tinha acesso à famigerada Ponte das Barcas, onde em 1809 mais de 4 mil pessoas morreram, aquando uma investida das tropas francesas. Hoje, um baixo-relevo em bronze atesta este momento.
As ruas estreitas e sinuosas, com vista para Gaia, as arcadas sombrias, casas típicas com fachadas coloridas de outros tempos, a sua arquitectura urbano-ribeirinha, rodeada de cafés e lojas fazem desta uma das principais zonas turísticas da cidade. Animação diurna e nocturna, e um movimento cosmopolita conferem ao Cais da Ribeira e a toda a zona envolvente um ambiente único de história, tradição, animação e beleza.
Vinho do Porto O vinho do Porto é um vinho natural e fortificado, produzido exclusivamente a partir de uvas provenientes da região demarcada do Douro, no norte de Portugal a cerca de 100 km a leste do Porto. Régua e Pinhão são os principais centros de produção, mas algumas das melhores vinhas ficam na zona mais a leste.
Apesar de produzida com uvas do Douro e armazenada nas caves de Vila Nova de Gaia, esta bebida alcoólica ficou conhecida como "Vinho do Porto" a partir da segunda metade do século XVII por ser exportada para todo o mundo a partir desta cidade
É perfeitamente aceitável que pessoas esmagadas pela rotina, e pelo cansaço procurem se evadir de alguma forma. São as telenovelas, os reality show o footbaal e a internet, que proporciona uma nova forma de relacionamento. Na internet podemos conhecer gente, fazer amigos, trocar ideias e é até nos apaixonarmos, quase tudo o que ocorre numa união real mas sem nunca se encontrarem.
Este artigo foi uma brincadeira levada a cabo por mim e pelo João Assis. A proposta, consistia em ele elaborar um pequeno texto a que eu daria continuidade e assim sucessivamente. O que resultou foi isto
Os envolvimentos virtuais vêm se propagando com grande velocidade, pois através da net conhecemos uma legião de pessoas, aplicamos um filtro e selecionamos, como um grande jogo, que proporciona imenso prazer, mas como toda moeda tem dois lados, começamos á sentir os efeitos desses envolvimentos, é que ao conhecer as pessoas, filtrar e se aproximar, contamos com um fator decisivo, uma brutal desinibição,ou seja, passamos a ser mais autênticos, com grande transparência e acabamos por nos envolver e ao mesmo tempo, sermos envolvidos......
A internet permite fantasias que a realidade inibe. Estar por detrás de um monitor deixar os sentimentos fluírem, é bem mais fácil do que cara a cara. A troca de palavras mágicas, carinhos, tudo isso é possível, sonhar sem limite é o que os amores virtuais permitem. Numa relação real tem que haver sempre cedências, uma relação virtual é só fantasia, todo o sonho é permitido, nada é impedimento…
Mas uma relação virtual é primeiro degrau para um envolvimento de fato real, é onde fantasiamos tudo á revelia da realidade, é aquele período em que traçamos todos os nossos atos para que naquela hora já desejada ,eles sejam perfeitos, é como um planejamento de guerra, onde cada ação será fator decisivo no resultado final, veja como já falamos, isso já é de certa forma real, loucura ou desejo, quem sabe???
Então a pergunta será: precisamos de conhecer para amar?E quando se realizar o tão almejado encontro, será que a paixão não será abalada por pormenores que até aí ficaram no escuro?Na internet esquecemos as diferenças de idade, não valorizamos o aspecto físico. E depois? Quando tivermos que nos enfrentar?Ou será que é preferível viver um amor virtual?São uma série de questões que quem se entusiasma virtualmente não põe.
Mas prevalece sempre a máxima, que diz que o desejo está acima de tudo, ou não, ou já não sei dizer, só sei que se desejo, para isso preciso ver, tocar e sentir, isso é puro instinto, afinal também somos animais...
A internet inverte os roteiros e coloca as palavras em primeiro lugar, mas o cheiro, o sabor, o toque, são essenciais a uma relação plena. Neste aspecto a internet tem um balanço negativo, contudo as pessoas vão continuar errando, arrependendo-se ou com sorte, acertando, porque é esta a lógica do sexo e do amor.
Como é bom termos nossos instintos aflorados, é um extase generalizado, é paixão, loucura, não sei, mas para que pensar, se o momento é para aproveitar. Se é loucura,que seja real.
Frida Kahlo pintora mexicana, nasceu a 6 de Julho de 1907 e faleceu em 13 de Julho de 1954
Filha do fotógrafo judeu-alemão Guilhermo Kahlo e de Matilde Calderón e Gonzalez, uma mestiça mexicana. Em 1913, com seis anos, Frida contrai poliomielite, sendo esta a primeira de uma série de problemas de saúde .
Aos 18 anos tem um grave acidente, o autocarro em que seguia choca com um comboio. Em consequência disso teve graves lesões que vieram a condicionar toda a sua vida
É no período em que se encontra acamada em virtude deste acidente que Frida começa a pintar por estímulo do pai que era pintor amador.
Quando ingressa no partido comunista conhece o muralista Diego Rivera, com quem vem a casar. É uma união conturbada, ambos têm espírito forte e casos extra conjugais.
A pintura de Frida que parece surrealista não é mais do que o relato da sua conturbada vida
O que parece sonho foi a sua sofrida realidade. Muitas operações, longos períodos de internamento, sujeita ao uso de vários tipos de coletes devido aos problemas de coluna que dia a dia se agravavam. Abortos espontâneos, o seu estado de saúde nunca lhe permitiu levar uma gravidez até ao fim e ter o tão almejado filho.
A sua excentricidade a vestir tem como causa a poliomielite contraída em criança. Frida ficou com uma lesão no pé direito, e, em consequência disso opta pelo uso de calças e mais tarde pelas excêntricas saias, que passaram a ser a sua imagem.
Khajuraho é um dos destinos turísticos mais procurados da Índia. Foi capital religiosa da dinastia Hindu Rajput que controlou esta parte da Índia entre do século 10º ao 12ªTem o maior conjunto de templos hindus medievais, famosos pelas suas esculturas eróticas.
A dinastia Hindu Rajput era seguidora do culto tântrico, segundo algumas opiniões muitas vezes mal interpretado, que crê na gratificação dos desejos terrenos como passo para atingir a libertação total e posteriormente o Nirvana.
Dos 85 templos então existentes, 22 encontram-se em estado razoável de conservação. O declínio económico e financeiro dos Chandelas Rajputs é tido como a razão principal para o abandono do local como centro de culto e vida social, provocando o abandono dos templos e a sua deterioração.
Os templos foram construídos em forma de espiral e estão erguidos sobre um sólido terraço de pedra situado no meio de um relvado. As esculturas que os decoram exteriormente são um exemplo da ligação entre a religião e o erotismo, excelentes demonstrações dos estilos arquitectónicos da Índia.
Os templos de Khajuraho não têm escultura com temas relacionados com a sexualidade no seu interior. A razão liga-se ao facto de que o visitante crente deve deixar os seus desejos sexuais fora do templo, mantendo-se assim puro.
Por sua vez os elementos eróticos estão presentes em apenas 10% de todas as esculturas , representando cenas de sexo oral, orgias entre figuras humanas e nunca entre os deuses. Os restantes 90% representam situações da vida social, como músicos, camponeses, oleiros etc
Nos templos de Khajuraho, os ídolos de Shiva, Nandi, Princesa Durga, representações de encarnação de Vishu, estão completamente vestidos.
Diz o meu nome pronuncia-o como se as sílabas te queimassem os lábios sopra-o com suavidade para que o escuro apeteça para que se desatem os teus cabelos para que aconteça
Porque eu cresço para ti sou eu dentro de ti que bebe a última gota e te conduzo a um lugar sem tempo nem contorno
Porque apenas para os teus olhos sou gesto e cor e dentro de ti me recolho ferido exausto dos combates em que a mim próprio me venci
(...)Mia Couto de 'Raiz de Orvalho e outros poemas