Seguidores

terça-feira, 17 de março de 2009

Esculturas hiperrealistas de Ron Mueck









Ron Mueck é um escultor australiano hiperrealista que ultiliza efeitos especiais cinematográficos para criar obras de arte. São incrivelmente realistas e se não fosse o tamanho das esculturas seria fácil confundi-las com pessoas. As suas obras são realizadas com silicon, acrilico e fibra de vidro






Esculturas bizarras

Los Angeles- EUA /Como - Itália

Cingapura /Melbourne - Austrália

Praga - Repúblia Checa /Potsdam - Alemanha


Headington-Reino Unido /Colónia- Alemanha


Quando a imaginação e a criatividade não têm limites. Alguns exemplos de escultura curiosas que podem ser vistas pelo mundo fora






Artista mata à fome cachorro numa galeria de arte


'Artista' que matou um cão à fome vai repetir o acto em 2009- Ou NÃO! Assinem a Petição s.f.f.
Como muitos devem saber e até ter protestado, em 2007, Guillermo Vargas Habacuc, um suposto artista, colheu um cão abandonado de rua, atou-o a uma corda curtíssima na parede de uma galeria de arte e ali o deixou, a morrer lentamente de fome e sede.
Durante vários dias, tanto o autor de semelhante crueldade, como os visitantes da galeria de arte presenciaram impassíveis à agonia do pobre animal.
Até que finalmente morreu de inanição, seguramente depois de ter passado por um doloroso, absurdo e incompreensível calvário.


parece-te forte?
Pois isso não é tudo: a prestigiosa Bienal Centroamericana de Arte decidiu, incompreensivelmente, que a selvajaria que acabava de ser cometida por tal sujeito era arte, e deste modo tão incompreensível Guillermo Vargas Habacuc foi convidado a repetir a sua cruel acção na dita Bienal em 2009.Facto que podemos tentar impedir, colaborando com a assinatura nesta petição :
<http://www.petitiononline.com/13031953/petition.html>
(não tem que se pagar, nem registar) para enviar a petição, de modo que este homem não seja felicitado nem chamado de 'artista' por tão cruel acto, por semelhante insensibilidade e desfrute com a dor alheia
REENVIA ESTA MENSAGEM A TODOS OS TEUS CONTACTOS, POR FAVOR. se puseres o nome do 'artista' no Google, saem as fotos deste pobre animal e seguramente também aparecerão páginas web onde poderás confirmar a veracidade da informação.

domingo, 15 de março de 2009

Karni Mata - O templo dos ratos



Para a maioria dos povos, sobretudo os ocidentais, os ratos são conhecidos especialmente pelo risco à saúde, são portadores de variadas doenças transmissíveis ao homem, como a leptospirose - peste bubônica - e hantavírus – febre hemorrágica viral, febre hemorrágica com síndrome renal (FHSR); e a síndrome pulmonar por hantavírus (SPHV), infecções muito graves - além de ser hospedeiro para outras doenças.
Na Índia são divindades. Existe um templo, Karni Mata, dedicado aos ratos. Estes animais são venerados como deuses e recebem oferendas em alimentos, podendo - se alimentar, reproduzir e viver à vontade dentro do templo.
As pessoas visitam os animais e a quantidade de ratos é tão grande que às vezes pisam nos ratos e sem querer, matando o animal. Nestes casos é necessário que se pague o peso do rato em ouro para confortar a pobre alma do ratinho.
Existem no local cerca de 10.000 ratos e muitas pessoas entram lá descalças, pisando sobre as suas fezes. Muitas compartilham o próprio alimento com os ratos, já que isto é considerado uma honraria e ingerem o alimento mesmo após os ratos terem comido e andado sobre ele.
O governo indiano precisou de ajuda para alimentar 120.000 pessoas que ficaram sem ter que comer porque os ratos comeram tudo. O governo, para dar conta da quantidade de ratos existente, organizou uma competição de matadores de ratos. Ao todo, os fazendeiros mataram 25 milhões de ratos. O problema dos ratos lá é tão sério que as estatísticas apontam para a absurda marca de 10% total de perda para os roedores em toda a produção agrícola da Índia!

Respeito a cultura de cada povo, e não sou contra o facto de divinizarem os ratos, mas deveriam ser mais contidos nas suas manifestações de fé, não pondo a saúde em risco.

Cultura é cultura! O que pensa?...

sábado, 14 de março de 2009

Desejo a vocês - poema de Carlos Drummond de Andrade


Desejo a vocês
Fruto do mato
Cheiro de jardim
Namoro no portão
Domingo sem chuva
Segunda sem mau humor
Sábado com seu amor
Filme do Carlitos
Chope com os amigos
Viver sem inimigos
Filme na TV
Ter uma pessoa especial
E que ela goste de você
Ouvir uma palavra amável
Ver a banda passar
Noite de lua cheia
Rever uma velha amizade
Ter fé em Deus
Não ter que ouvir não
Nem nunca, nem jamais
Nem adeus
Rir como criança
Ouvir canto de passarinho
Sarar de resfriado
Escrever um poema de amor
Tomar banho de cachoeira
Aprender uma nova canção
Esperar alguém na estação
Queijo com goiabada
Uma festa
Um violão
Uma seresta
Recordar um amor antigo
Ter um ombro sempre amigo
Bater palmas com alegria
Uma tarde amena
Calçar um chinelo velho
Tocar violão para alguém
Vinho branco
Bolero de Ravel
E muito carinho meu


Carlos Drummond de Andrade

quinta-feira, 12 de março de 2009

O Ganges entre o divino e o horror


O Ganges, com seus 2.510 km de percurso, é considerado um rio sagrado, e venerado por representar a deusa "Ganga". O rio mais importante da Índia é meta de milhões de hinduístas que, todos os anos, fazem nas suas águas as suas abluções sagradas, para se purgarem dos seus pecados. As águas do Ganges recebem anualmente, cerca de 100 kg de cinzas dos mortos cremados nos rituais hinduístas de purificação da alma, e intensas descargas industriais de esgotos e pesticidas.
Somente na cidade de Varanasi são 32 saídas de esgoto para o rio, o que torna o ritual hindu extremamente desagradável e perigoso.
A Organização Mundial de Saúde, está estudar uma forma de despoluir este rio, que é a principal causa da mortalidade infantil da região devido às substancias tóxicas ali depositadas.
Estas são as imagens assustadoras que diáriamente podemos ver no rio sagrado da Índia











quarta-feira, 11 de março de 2009

Lei do menor esforço


No livro “ As sete leis espirituais do sucesso” Deepack Chopra apresenta-nos a lei do menor esforço.

Na ciência védica, a ancestral filosofia da Índia, este principio é conhecido como o principio da economia de esforço, ou «faça menos e realize mais». Atinge-se um estado em que não se faz nada e realiza-se tudo. Isto significa que existe apenas uma ténue ideia e a manifestação dessa ideia surge sem esforço.
Se observar a natureza em acção verá que o esforço despendido é mínimo. A relva não se esforça para crescer. Os peixes não se esforçam para nadar, mas nadam. A inteligência da natureza funciona sem esforço, nem fricção, com espontaneidade. E quando nos encontramos em sintonia com a natureza e adquirimos o conhecimento do nosso eu, estamos aptos a aplicar a lei do menor esforço
Como aplicar
É necessário aplicar a aceitação. Aceitar as pessoas, situações, circunstâncias e acontecimentos, tal como eles ocorrem. Reconhecer que determinado momento é o que deveria ser, porque todo o universo é como deveria ser. Não lutar contra o universo, lutando contra o momento presente. Aceitar as coisas como são no momento e não como gostaria que fossem
Depois de aceitar as coisas como elas são, aceite a responsabilidade pela sua situação e por todas as ocorrências que lhe parecem problemas. Aceitar a responsabilidade significa não culpar ninguém, nem nada, pela situação (incluindo-se a si próprio) Saber que em cada problema se encontra oculta uma oportunidade, permite-lhe aceitar o momento que passa e torná-lo melhor.
Por fim o distanciamento. Renunciar à necessidade de defender os seus pontos de vista. Não sentir a necessidade de convencer ou persuadir os outros a aceitarem os seus pontos de vista. Permanecer aberto a todas as opiniões e não ser rígido em relação a nenhuma.

Fonte: "As sete leis espirituais do sucesso" de Deepack Chopra

terça-feira, 10 de março de 2009

Homem de Vitrúvio


A imagem de um homem com dois pares de braços estendidos tem enfeitado paredes, pelo menos, durante duas gerações, “O Homem de Vitrúvio”.
Vitrúvio, engenheiro, arquitecto e escritor, viveu em Roma entre o final do sec.I a.C e o início do sec. I d.C..Escreveu um extenso livro, “De Architectura”, contendo dez capítulos enciclopédicos, nos quais discute aspectos do planeamento, engenharia e arquitectura de uma cidade romana, mas também inclui uma secção sobre as proporções humanas.
Diz na sua obra que as medidas do corpo humano são distribuídas pela natureza, da seguinte forma: que 4 dedos fazem um palmo, e 4 palmos fazem um pé, 6 palmos fazem o cúbito, 4 cúbitos fazem a altura do homem. E 4 cúbitos fazem 1 passo e 24 palmos fazem um homem; e foram estas medidas que usou nos seus edifícios.
A composição O Homem de Vitrúvio, tal como é ilustrada por Leonardo da Vinci, é na íntegra, baseada no tratado acima citado, escrito por Vitrúvio, sobre as dimensões do corpo humano; as quais se vieram a mostrar estarem grandemente correctas, sendo a ênfase dada à racionalização da geometria, por meio de pequenos números inteiros, para construir uma composição.

domingo, 8 de março de 2009

Pintura Metafísica de Giorgio De Chirico

A Pintura Metafísica foi um estilo criado em 1913 por Giorgio de Chirico e que acabou popularizando-se na Itália, sendo adoptada por outros artistas, em especial Carlo Carrá e Giorgio Morandi.
Este estilo de pintura cria um impressão de mistério, através de associações pouco comuns de objectos totalmente imprevistos, explora os efeitos de luzes misteriosas, sombras sedutoras e cores ricas e profundas, de plástica despojada e escultural. Tem inspiração na Metafísica, ciência que estuda tudo quanto se manifesta de maneira sobrenatural.
A Pintura Metafísica antecipa certos aspectos do Dadaísmo, ao aproximar objectos díspares, e também do Surrealismo, ao representar um clima onírico
Giorgio de Chirico (1888-1978) foi um pintor italiano nascido na Grécia. Segundo ele, para que fosse verdadeiramente imortal, uma obra de arte teria que abandonar por completo os limites do humano.
Retratava nas suas obras cenários arquitectónicos, solitários, irreais e enigmáticos, onde colocava objectos heterogéneos para revelar um mundo onírico e subconsciente, perpassado de inquietações metafísicas.
Das suas composições fazem parte elementos arquitectónicos como colunas, torres, praças, monumentos neoclássicos, chaminés de fábricas etc. construindo, paradoxalmente, espaços vazios e misteriosos. As figuras humanas, quando presentes, carregam consigo forte sentimento de solidão e silêncio. São meio-homens, meio-estátuas, vistos de costas ou de muito longe. Quase não é possível entrever rostos, apenas silhuetas e sombras, projectadas pelos corpos e construções.