Foi a primeira vez que o cantor actuou em Portugal, deixando as fãs também aqui em delírio.
Neste video o Rei canta Coimbra, um tema muito popular para os estudantes sobretudo da Universidade de Coimbra, a mais antiga Faculdade de Portugal
Hipocrisia é a arte de condenar nos outros o que aceitamos em nós mesmos. É o acto de falar uma coisa e fazer outra, como diz o ditado: “Faz o que eu digo, mas não faças o que eu faço”; “quem tem telhado de vidro, não deveria atirar pedras no do vizinho".
Interior de uma Kasbah
Interior de uma kasbah


Marrocos é um país ensolarado no noroeste da África, surpreende aos que imaginam apenas paisagens desérticas pela sua diversidade de elementos naturais com lagos e cachoeiras assim como desertos e montanhas, encantadores palácios e fortificações.
De entre todas as belezas que aqui encontrei encantaram-me pela sua beleza as construções em terra, as Kasbah.
A kasbah é uma fortificação construída com palha e barro e mais raramente com pedra, pelas famílias endinheiradas e que, para além de proteger quem vivia na cidade dava guarida aos viajantes. Em todas as cidades havia destas fortificações defensivas. Actualmente muitas delas encontram-se no meio das cidades, mas também é comum vê-las em locais desérticos.
A importância histórica das kasbahs marroquinas é tão grande que elas foram classificadas como Patrimônio da Humanidade pela Unesco e tornaram-se rota de turismo e rally, conhecida por "Rota dos Kasbahs

Construção da Arca
e "oráculo") de cedro, coberto de ouro e entalhes, dois enormes querubins à semelhança dos que havia na Arca, com um altar no centro onde ela repousaria. O ambiente passou a ser vedado aos cidadãos comuns, e somente os levitas e o próprio rei, poderiam chegar à sua presença
Mary Cassat nasceu em 22 de Maio de 1844, na cidade de Allegheny, Estados Unidose faleceu em 14 de Junho de 1926 em Chãteau de Beaufresne, perto de Paris. Foi uma grande pintora impressionista e devido à influência de Degas, seu marido, os seus trabalhos revelam uma grande suavidade e lirismo.
A maternidade é o tema principal da sua obra, representando momentos intimistas e de afecto que unem mães e filhos.Paula Figueiroa Rego nasceu em 1935 em Lisboa.
Oriunda de uma família da alta burguesia, frequenta o colégio St Julian’s, no Estoril. Os professores cedo reconhecem o seu talento para a pintura e incentivam-na a prosseguir uma carreira que em Portugal estava destinada aos homens ou a jovens de sociedade. Vai estudar para a Slade School of Art entre 1952 e 1956, onde conhece o pintor Victor Willing, com quem vem a casar.
Na pintura Paula Rego representa o seu mundo intimista, de memórias infantis, inspirado em dados reais ou imaginários, mas sempre conscientes.
Após a morte de Vic Paula pinta uma série de quadros como O Cadete e a Irmã, A Partida, A Família ou A Dança, de 1988, em que o espectro da separação e a autonomia da mulher em relação ao elemento masculino estão presentes.
Posteriormente
realiza uma série de trabalhos denunciando o aborto clandestino, como uma reacção directa às condições em que decorreu o referendo, especialmente face à elevada abstenção que se poderia interpretar como desinteresse perante o problema. Cronologicamente, ela surge como uma exacta sequência da série sobre o Crime do Padre Amaro, cuja história se «resolve» por um infanticídio, salvando-se as conveniências da moralidade pública com a morte de Amélia e a clandestina entrega do filho às mãos da «tecedeira de anjos» (ou «abafadeira», segundo outra expressão mais popular).
«Fiz estes trabalhos para Portugal, revoltada co
m o que se passou no referendo sobre o aborto», diz a pintora, que têm ainda nas suas memórias vividas do país as situações dramáticas que testemunhava na Ericeira quando as mulheres dos pescadores, rodeadas de filhos, lhe pediam o dinheiro necessário para os desmanchos. Se o aborto é um tema tabu, é também porque ele, enquanto poder de destruição, é indissociável de outro poder feminino, o de dar a vida.
«É a razão pela qual as mulheres são temidas. O último poder é o de destruir», disse a artista à escritora Maggie Gee, num artigo do «Daily Telegraph» (de 15 de Fevereiro).Em 1994, realiza a série de pinturas a pastel intitulada Mulher-Cão, que marca o início de um novo ciclo de mulheres fortemente simbólicas, representadas sozinhas, mas aparentemente escravizadas a algum parceiro ausente ou imaginário (Fiona Bradley, 1997)
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São retratos de sofrimento e angústia, de ansiedade, desolação, medo, humilhação e vergonha, feitos de uma violência contida, sem sangue nem gritos, com uma construção figurativa formalmente austera, sempre rigorosa e simples, que os traços precisos dos rostos, os espaços fechados e a estrita economia dos cenários tornam ainda mais realistas e pungentes. Com um nome reconhecido em todo o mundo, Paula Rêgo é colocada entre os quatro melhores pintores vivos em Inglaterra.
Millet foi o primeiro pintor a denunciar as injustiças sociais e a pintar a vida dos trabalhadores rurais e urbanos