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sábado, 19 de fevereiro de 2011

Dê-lhe sua mão


Um homem estava atolado num pântano no norte da Pérsia. Somente a cabeça ainda estava fora do lamaçal. Com toda a força, gritou por ajuda. Logo acorreu um enorme grupo de pessoas ao lugar do infortúnio. Uma delas resolveu tentar ajudar o pobre homem.

"Dê-me sua mão", gritou para ele, "eu vou tirá-lo do lamaçal."

Mas o homem que estava atolado na lama continuou gritando por ajuda e não fez nada que permitisse ao moço ajuda-lo.

"Dê-me a sua mão", o moço pediu várias vezes.

Mas a resposta era sempre o mesmo grito de desespero por ajuda.

Então outra pessoa aproximou-se e disse:

"O Senhor não vê que ele nunca lhe vai dar a mão? O senhor é que tem de lhe dar a mão. Aí então poderá salvá-lo."

Do livro: O Mercador e o Papagaio
Nossrat Peseschkian - Papirus Editora

sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011

É pra rir......

O homem tem imensa criatividade e do nada faz uma brincadeira. Estas imagens que já muitos conhecem, são a prova desse humor, algum mais fino outro mais grosseiro, mas muito oportuno



O Douro - património da Humanidade

O Douro belo em qualquer estação do ano

Todos temos telhados de vidro?

Assim como o homem carrega o peso do próprio corpo sem o sentir, mas sente o de qualquer outro corpo que quer mover, também não nota os próprios defeitos e vícios, mas só os dos outros.

Entretanto, cada um tem no seu próximo um espelho, no qual vê claramente os próprios vícios, defeitos, maus hábitos e repugnâncias de todo o tipo.

Porém, na maioria da vezes, faz como o cão, que ladra diante do espelho por não saber que se vê a si mesmo, crendo ver outro cão.

Arthur Schopenhauer, in 'Aforismos para a Sabedoria de Vida'

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Entardecer


Mar

Mar, metade da minha alma é feita de maresia
Pois é pela mesma inquietação e nostalgia,
Que há no vasto clamor da maré cheia,
Que nunca nenhum bem me satisfez.
E é porque as tuas ondas desfeitas pela areia
Mais fortes se levantam outra vez,
Que após cada queda caminho para a vida,
Por uma nova ilusão entontecida.

E se vou dizendo aos astros o meu mal
É porque também tu revoltado e teatral
Fazes soar a tua dor pelas alturas.
E se antes de tudo odeio e fujo
O que é impuro, profano e sujo,
É só porque as tuas ondas são puras.

Poema de : Sophia de Mello Breyner Andresen

Flores das dunas

Flores das dunas, fotografias tiradas na Costa Algarvia - Portugal
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Deitar pérolas a porcos

Deitar pérolas a porcos é uma expressão muito usada, quando verificamos que estamos a dar o melhor de nós e não temos feedback.
Deitar pérolas a porcos quererá dizer «oferecer coisas finas, delicadas, ricas ou requintadas a pessoas rudes, ignorantes ou insensíveis.

É uma expressão com origem bíblica. No Evangelho segundo S. Mateus, cap. 7, no Sermão da Montanha, Cristo disse: "Não deis aos cães as coisas santas, nem deiteis pérolas a porcos, não aconteça que as pisem com os pés e, voltando-se, vos despedacem."


Poderá estar ainda relacionada com o Evangelho, segundo Mateus, capítulo 8, versículo 29 e seguintes: «E os demónios rogavam-Lhe, dizendo: "Se nos expulsas manda-nos entrar naquela manada de porcos". Disse-lhes Jesus: "Ide." Então eles saíram e entraram nos porcos: e eis que toda a manada se precipitou pelo despenhadeiro no mar, perecendo nas águas.»

Fonte: www.ciberduvidas.com