Érico Hiller é um fotógrafo brasileiro que acaba de lançar um livro “Emergentes” fruto de três anos de pesquisa em países emergentes como a Índia, o Brasil, a Rússia a China, no qual destaca as tensões implícitas nos contrastes sociais e nos dilemas ambientais das pessoas. Os textos e as imagens tem o objectivo de mostrar como é viver num pais emergente.
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sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Fotografias de Érico Hiller
Fundação Óscar Niemeyer em Espanha

Na próxima reunião da Fundação Niemeyer, prevista para o segundo semestre, será redigido o regulamento interno do centro e, nele, estarão contempladas as possibilidades de patrocínio e de colaboração das empresas, entidades privadas e instituições.
O director do instituto, Natalio Grueso, explicou que pretendem adoptar um plano de mecenato para fornecer ao complexo recursos económicos a médio prazo, para que o custo da programação não recaia unicamente nos cofres públicos.
O escritor nigeriano Wole Soyinka, que ganhou o Prémio Nobel de Literatura de 1986, vai-se reunir na próxima semana com os responsáveis da Fundação para concretizar a sua contribuição à programação do centro cultural.
Estão previstas também a realização de projectos teatrais em co-produção com a companhia Old Vic de Londres, dirigida pelo actor Kevin Spacey.
Este projecto vai enriquecer a candidatura conjunta das cidades espanholas de Oviedo, Gijón e Avilês para ser a Capital Cultural Europeia em 2016.
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Identidades - Júlio Pomar





quarta-feira, 4 de fevereiro de 2009
O mistério dos círculos no trigo
Os círculos no trigo são enormes círculos feitos normalmente em campos de trigo, mas que, também aparecem em campos de cânola e cevada.
O mundo começou a tomar consciência deste fenómeno a partir da década de 80 em Inglaterra, embora estes círculos já existissem há séculos atrás.
Os famosos círculos ingleses assim chamados por força de hábito têm sido documentados a partir do Séc XVI. Na verdade estes círculos são um emaranhado de formas geométricas de diversos tamanhos dispostas de forma organizada. Para além da Inglaterra com uma incidência de 98% apareceram também na Austrália, Brasil, Estados Unidos e Canadá.
As formas vão variando. Em 1994, houve uma proliferação de figuras com a forma de escorpiões, aranhas e outros insectos. Em 1995, os padrões pareciam sugerir sistemas solares. Em 1993 houve uma incidência de padrões geométricos.

Nunca se chegou a uma conclusão relativamente à forma como foram feitos ou por quem. Há quem desmistifique e diga que foram feitos por tractores, mas a verdade é que alguns destes círculos foram encontrados ao nascer do dia e sem que se encontrassem marcas de pneus de veículos ou marcas de que as plantas tivessem sido manipuladas por humanos.Calcula-se que 30% destes círculos sejam falsos, e não foi difícil encontrar provas disso, porque não conseguem ter a perfeição geométrica nem a simetria que os genuínos apresentam, para além de que se detectam vestígios da sua realização.
Nas áreas onde o fenómeno ocorre, os caules destas plantas, que normalmente quando entortados se quebram, chegam a ser entortados em cerca de 90 graus. Outra coisa que acontece é que plantas situadas lado a lado na colheita, são entortadas em direcções opostas dentro do mesmo fenómeno.

O fenómeno tem sido estudado por algumas organizações entre as quais o Center for Crop Circles Studies in England e uma organização conhecida como ADAS Ltd.,que concluíram que os solos adquirem uma quantidade anormal de hidrogênio após cada formação. O único modo desta quantidade de hidrogénio aparecer assim seria se o solo recebesse uma carga eléctrica extremamente forte.
Entre Maio e Setembro (época em que as plantações estão próximas da colheita), milhares de estudiosos de todo o mundo reúnem-se em Inglaterra à procura de novas figuras.Hoje a Fundação Lawrence Rockfeller disponibiliza largas somas de dinheiro para o estudo deste fenómeno.
Até agora concluiu-se que 90% dos círculos genuínos, surgem junto de áreas arqueológicas com milhares de anos, que o homem desconhecia, e só veio a dar conta pela localização dos círculos.
Os círculos genuínos são realmente um mistério, feitos talvez por vórtices de plasma, forças telúricas, ou quem sabe por extraterrestres.