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sábado, 19 de fevereiro de 2011

Dê-lhe sua mão


Um homem estava atolado num pântano no norte da Pérsia. Somente a cabeça ainda estava fora do lamaçal. Com toda a força, gritou por ajuda. Logo acorreu um enorme grupo de pessoas ao lugar do infortúnio. Uma delas resolveu tentar ajudar o pobre homem.

"Dê-me sua mão", gritou para ele, "eu vou tirá-lo do lamaçal."

Mas o homem que estava atolado na lama continuou gritando por ajuda e não fez nada que permitisse ao moço ajuda-lo.

"Dê-me a sua mão", o moço pediu várias vezes.

Mas a resposta era sempre o mesmo grito de desespero por ajuda.

Então outra pessoa aproximou-se e disse:

"O Senhor não vê que ele nunca lhe vai dar a mão? O senhor é que tem de lhe dar a mão. Aí então poderá salvá-lo."

Do livro: O Mercador e o Papagaio
Nossrat Peseschkian - Papirus Editora

6 comentários:

LISON COSTA disse...

Que Post Fantástico!
Amiga EMILIA:
Uma mensagem compacta, sábia, reflexiva.
Valeu a pena conferir!
Parabéns por mais um excelente Post!
Abraços fraternos,
LISON COSTA.

LISON COSTA disse...

Que Post Fantástico!
Amiga EMILIA:
Uma mensagem compacta, sábia, reflexiva.
Valeu a pena conferir!
Parabéns por mais um excelente Post!
Abraços fraternos,
LISON COSTA.

Vivendo pela Palavra de Deus!!! disse...

Oi amiga, as vezes para ajudar algumas pessoas precisamos compreender as palavras que nunca serão ditas. Uma bela noite!!

Luma Rosa disse...

Emília, pensei na possibilidade deste homem que tanto implora por ajuda, não a querer realmente. Afinal, se ele está atolado, sua mão não está para cima e se não a elevar, quem quiser ajudá-lo terá que laçá-lo pelo pescoço. Então, não é um modo muito viável de puxar algo vivo de um lamaçal ;) Também não sei porque veio a imagem de um suicida. Aquele que precisa morrer de modo dramático, um narcisista patológico que a vida toda quis chamar a atenção sobre si. Fui longe, né? Mas é isso! (rs*)

Bom fim de semana! Beijus,

Beth Muniz disse...

Oi Emília, Que lindo ensinamento...
Gostei!
Grande abraço e tudo de bom.

Beth Muniz disse...

Oi Emília,
Que belo ensinamento...
Gostei muito.
Grande abraço.