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Muto obrigada amiga. Vou repassa-los com muita carinho para os meus amigos:
A partir do momento em que ficou assente que para o arranque do movimento militar seria necessária uma senha transmitida através de uma estação de rádio com efectiva cobertura nacional, as escolhas não eram muitas. Foi escolhida por exclusão de partes, a Rádio Renascença e dentro desta o "Limite", um programa independente.
Como não acontecia com qualquer outro programa de rádio, o "Limite", que era transmitido em directo, era alvo de duas censuras: uma que era a da própria Rádio Renascença e a outra a oficial, instalado na Renascença exclusivamente para actuar sobre o "Limite"
Foi o capitão de fragata Almada Contreiras, quem teve a ideia de se usar a canção Grândola, Vila Morena, da autoria de José Afonso (1929-1987) como senha radiofónica para o início das operações no dia 25 de Abril. Tinha-se primeiro pensado numa outra composição de José Afonso, eventualmente mais revolucionária, Venham Mais Cinco, mas Carlos Albino, jornalista do República e responsável pelo programa de rádio Limite, da Rádio Renascença, informou de que tal não seria possível, porque a canção estava proibida pela censura interna dessa estação de rádio. Almeida Contreiras sugeriu então que se passasse Grândola, Vila Morena, cujo texto salientava os valores da igualdade e da fraternidade.
José Afonso escreveu a canção Grândola, Vila Morena em 1964, quando actuou na Sociedade Musical Fraternidade Operária Grandolense. Ao travar conhecimento com alguns membros dessa agremiação, apercebeu-se de que era comum que, por exemplo, um dos habitantes da pequena vila de Grândola, no Alentejo, adquirisse um livro e depois de lido o pusesse à disposição de outros, para que também o lessem; daí o sentimento da solidariedade perpassar por todo o texto da canção.
A proposta foi aceite e às 0h20 do dia 25 de Abril Grândola, Vila Morena ouviu-se no programa Limite e, a Revolução aconteceu
Durante a minha estadia na Turquia, há uns anos atrás, tive a oportunidade de visitar o Pera Palace Hotel. Muitos dos recém-chegados a Istambul no Expresso do Oriente aproveitavam as suítes do Pera Palace para se recuperarem da longa viagem e buscar fôlego para desbravar a então desconhecida Ásia. Um dos quartos reservados para mostrar aos curiosos, era o quarto da escritora Aghata Christie. Mas outros famosos passaram por aqui como: o Rei George V de Inglaterra, Kaiser Wilhem II da Alemanha, o Imperador Franz Joseph do Império Austro-Hungaro e o Czar Nicholas II da Rússia .
Decidi então fazer uma serie de pesquisas sobre o famoso comboio que inspirou livros e filmes e, acabei por descobrir que, o famoso Expresso do Oriente ao contrário do que eu imaginava, só faz o percurso Londres – Itália.
Mas vamos à história do Expresso do Oriente.
Há 125 anos, em 4 de Outubro de 1883, partiam da estação Gare de l'Est, em Paris, os vagões do Expresso do Oriente. Na época, a composição partia de Paris e seguia para Estrasburgo, Munique, Viena, Budapeste e Bucareste. Em Girgiu, na Roménia, os passageiros pegavam um barco e navegavam pelo Danúbio até Ruse, na Bulgária, onde havia um novo trem para Varna. De lá, finalmente, um ferry seguia para Istambul. Em 1889 a linha é finalmente completada até Istambul.
Na década de 30 o Expresso do Oriente atingiu o seu ponto máximo, com trêss serviços atravessando a Europa. Este sumptuoso comboio transportava a realeza europeia e outros viajantes da corte da França à Turquia. As cabines ofereciam luxo para os passageiros, que podiam se deleitar com camas e estofados de primeira linha, além de serviço de alto nível.
As Guerras Mundiais, porém, ameaçaram a segurança da rota e fizeram o antigo comboio encerrar suas viagens em 1977. Apesar da famosa composição do século XIX ter parado de circular, ainda é possível refazer o trajecto até Istambul a bordo de um trem renovado, mas igualmente sofisticado.
Hoje, o transporte fica por conta de diversas companhias ferroviárias, entre elas a Orient Express Hotels, Trains & Cruises, que criou uma réplica do trem com alguns dos vagões originais. O que aconteceu foi que um britânico chamado James Sherwood investiu cerca de US$ 16 milhões para adquirir e reformar os vagões da antiga linha, e a empresa de hotéis e viagens comprou-os.
O Expresso do Oriente sai todos os dias às 22:20 da Gare de Strasbourg, para Viena. No período entre Março e Novembro pode-se viajar entre Londres e Veneza pelo elevado custo de 2.000,00 euros por pessoa
O expresso do Oriente é considerado o comboio mais famoso do mundo, o seu público-alvo continua o mesmo: gente disposta a pagar uma pequena fortuna por uma viagem memorável. O pacote de seis noites custa US$ 9 mil e o valor inclui refeições (sem bebidas alcoólicas) e passeios em todas as paradas. A fila de espera para conseguir uma vaga é grande. Segundo a empresa Orient Express Hotel, recomenda-se comprar o pacote com até um ano e meio de antecedência.
Uma vez por ano no mês de Agosto, realiza-se uma viagem recordando o trajecto original que ligava Paris a Istambul.
Do Pedro do linking o selo " seu blog é 10" que me deixa muito orgulhosa. Obrigada amigo pela tua lembrança.
Repasso os selos recebidos para as minhas amigas. Hoje são só mulheres, que me desculpem os homens.
Abraços a todos os que me ofereceram estes selos maravilhosos e aos que repasso com toda a minha amizade.
Natureza-morta é um gênero de pintura em que se representam seres inanimados, como frutas, flores, livros, taças de vidro, garrafas, jarras de metal, porcelanas, dentre outros objetos.
No século XVII a natureza-morta era considerada de menor importância (em relação às pinturas históricas, mitológicas e religiosas) e tinha um menor preço no mercado. Era vista como pintura apenas decorativa e, mesmo nos lares dos Países Baixos os mais humildes, ocupava um lugar de menor importância
É somente em meados do século XVI que a natureza-morta emerge como gênero artístico independente em obras de pintores como Pieter Aertsen (1507 ou 1508 - 1575) e Jacopo Bassano (ca.1510 - 1592), que articulam os temas religiosos à vida quotidiana e às cenas de género. As composições simbólicas e grotescas de Giuseppe Arcimboldo (ca.1527 - 1593) - com frutas, animais e objectos compondo figuras - alimentam o desenvolvimento da natureza-morta no período
No século XIX, os impressionistas, ainda que afeitos às paisagens ao ar livre, vão realizar naturezas-mortas, mas é com Paul Cézanne (1839-1906) que o género ganha novas dimensões, imortalizado pelas composições com maçãs executadas a partir de 1870.
natureza morta tem também uma grande importância no cubismo sendo os seus principais representantes, Picasso (1881-1973), George Braque (1882-1963) e Juan Gris (1887-1927).
Henri Matisse (1869-1954), Chäim Soutine (1893 - 1943), Pierre Bonnard (1867 - 1947), entre outros fizeram também as suas incursões por este género de pintura.
A natureza morta continua a ter o seu papel na pintura